Israel Institute of Biblical Studies

CANAL COSTUMES BÍBLICOS

sábado, 24 de agosto de 2019

A Oração que Mudará a História


 ORAÇÃO  ESPECÍFICA E CONTÍNUA

Na vida de um cristão, a oração é de fundamental importância, pois estamos em meio a uma batalha espiritual contra os principados e potestades nos lugares celestiais, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal. Por isso, Paulo nos sugere tomar a armadura de Deus, orando em todo o tempo no Espírito (Ef 6.12,13,18).
Deus, em Seu arranjo para reconquistar esta terra, planejou a família. Criou um casal e, a partir deste, tencionava encher toda a terra com o homem criado à Sua imagem e assim poder dominar Seu inimigo. Deus não criou um exército de homens fortes e bem treinados, mas uma "frágil" família para lutar por Ele. Aquela família primitiva enfrentou problemas ao deparar-se com o inimigo de Deus, Satanás, o qual os enganou e os danificou.[Se bem, que a Bíblia Hebraica, não liga a serpente do jardim à Satanás como a tradução inglesa de nossa Bíblia. No hebraico, a serpente do jardim, é apenas um animal sagaz. Veja nesse vídeo: https://youtu.be/4eUGwQsRVWE ] Deus, porém, não desistiu de Seu propósito original, prometendo uma salvação que viria do um descendente da mulher - Cristo -, que esmagaria a cabeça da serpente.
Deus ainda conta com a família para o desfecho dessa batalha. Sabendo disso, o inimigo tem investido pesadamente na destruição familiar. Apoiado no sistema mundano, Satanás tem danificado os elementos da família, enfraquecendo-a para a luta. Para enfrentar essa situação, temos a oração como uma das principais armas que precisamos usar. Devemos orar a todo tempo. Ao levantar, ao caminhar, ao sentar-se à mesa para comer. Aproveitemos toda oportunidade no ambiente familiar para levar a família a orar.
Finalmente, um tipo de oração importante é a de consagração de nossos filhos a Deus. Independe das circunstâncias à nossa volta, devemos entregar nossos filhos ao Senhor. Lemos na Bíblia a história de Ana, mãe de Samuel, que, mesmo sendo estéril, orou ao Senhor consagrando o filho que o Senhor lhe daria (1Sm 1.10-11). Deus lembrou-se de sua oração e concedeu-lhe um filho, "a quem chamou de Samuel, pois dizia: Do Senhor o pedi" (v. 20). Esse menino foi quem, posteriormente, estabeleceu o reino de Israel na terra, ao escolher e entronizar o rei Davi. O reino de Deus foi firmado, os inimigos, derrotados, e da descendência de Davi nasceu Jesus - o Rei dos reis.
A oração específica e contínua, em família, trará o Senhor Jesus de volta e, finalmente, o reino deste mundo se tornará "de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos" (Ap 11.15).

RELEMBRANDO...


  • É de vital importância que os pais tenham ao menos o mesmo padrão que desejam para os filhos (...) Como podemos ajudar os filhos se adotamos dois padrões: um para eles e outro para nós?
  • Em nosso procedimento diário, devemos deixar uma impressão nítida [aos nosso filhos] de que somos genuínos e não há manchas em nossas atitudes. Também mostrar-lhes que não vivemos pelas circunstâncias à nossa volta e sim pela fé em nosso Deus.
  • Enquanto é tempo, devemos mudar nossos valores, dando prioridade à família (...) Devemos nos esforçar ao máximo para agregar valor espiritual e eterno a nossos filhos. Essa requer uma boa gestão de nosso tempo.
  • Como podemos espalhar o evangelho pelo mundo, se perdemos aqueles que nasceram em nossa própria casa e temos de tentar recuperá-los do mundo, depois? Devemos levar ao Senhor, pelo menos, os nossos próprios filhos.

FILHOS, o dever de amá-los

  • Amar de forma permanente e inteligente: Pv 22.6; Cl 3.21; Ef 6.4; Tt 2.4.

FILHOS AMADOS, nas Escrituras

  • O Filho amado de Deus: Jesus: Mt 3.17; Mc 1.11.
  • O filho amado de Jacó: José: Gn 37.3
  • O filho amado de Paulo: Timóteo: 1Co 4.17.



Que o Eterno nos ajude a manter nossa família nEle! Amém!

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

O Encontro de Adão com Cristo

O ENCONTRO DE ADÃO COM CRISTO
Quando os resgatados são recebidos na cidade de Deus, um exultante brado ecoa pelo ar. Adão e Jesus, o "segundo Adão" (veja 1Co 15.45,47), estão prestes a se encontrar. O Filho de Deus recebe o pai de nossa raça - o ser que Ele criou, que pecou, e por cujos pecados os sinais da crucifixão aparecem no corpo do Salvador. Quando Adão percebe os sinais dos pregos, lança-se em humilhação aos pés de Jesus. Mas o Salvador o levanta, convidando-o a contemplar de novo o paraíso do qual fora separado havia tanto tempo.
A vida de Adão havia sido cheia de tristeza. Cada folha que murchava, cada vítima do sacrifício, cada mancha na pureza do ser humano era uma lembrança de seu pecado. Foi terrível a agonia do remorso ao enfrentar a vergonha que ele trouxe a si mesmo por causa do pecado. Ele se arrependeu sinceramente de seu pecado e morreu esperando a ressurreição. Agora, através da cruz, Adão é reintegrado ao Éden.
Dominado pela alegria, contempla as árvores que já foram o seu prazer, cujos frutos ele próprio colhera nos dias em que vivia sem pecado. Vê as videiras que sua própria mão tratou, as flores de que cuidou com tanto prazer. Isso é, realmente, o Éden restaurado!
O Salvador leva-o à árvore da vida e pede-lhe que coma. Adão contempla uma multidão de sua família resgatada. Lança então sua coroa aos pés de Jesus e abraça o Salvador. Dedilha a harpa, e através do Céu ecoa o cântico de triunfo: "Digno é o Cordeiro, que foi morto" (Ap 5.12). A família de Adão lança suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração. Anjos choraram quando Adão pecou e se alegraram quando Jesus abriu a sepultura de todos os que creram em Seu Nome. Contemplam agora a salvação e unem a voz em louvor.
Sobre o "mar de vidro misturado com fogo", está reunida a multidão dos "que tinham vencido a besta, a sua imagem e o número do seu nome". Aqueles que foram redimidos entre os seres humanos estão cantando o "cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro" (Ap 15.2,3). Apenas eles podem aprender aquele cântico, pois é o cântico de sua experiência - e jamais alguém teve experiência semelhante. Eles "seguem o Cordeiro por onde quer que Ele vá" (Ap 14.4).
Esses, tendo sido levados ao Céu dentre os vivos, são "primícias a Deus e ao Cordeiro" (Ap 14.4). Passaram pelo "tempo de angústia como nunca houve desde o início das nações" (Dn 12.1) e suportaram a aflição do tempo de angústia de Jacó. Eles "lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Ap 7.14). Mentira nenhuma foi encontrada em suas bocas; são imaculados" diante de Deus (Ap 14.5). "Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede. Não os afligirá o sol, nem qualquer calor abrasador, pois o Cordeiro que está no centro do trono será o seu Pastor; Ele os guiará às fontes de água viva. E Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima" (Ap 7.16,17).
Amém! Ora vem Senhor Jesus!

Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.
(Ap 22:20)

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

PAIS OU AMIGOS?

PAIS OU AMIGOS?
Precisamos criar um ambiente familiar de amor. O futuro de nossos filhos depende do ambiente familiar. Se eles não receberem amor enquanto crianças, logo se tornarão pessoas frias, solitárias e rebeldes. Muitas pessoas não conseguem relacionar-se com outras porque, quando crianças, não tiveram amor familiar. Se em casa há constantes brigas e discussões, os filhos poderão crescer retraídos, com complexo de inferioridade ou com dificuldade de relacionar-se. Para evitar isso, devemos cuidar bem deles. Deve haver alegria, brandura e amor em família, para que os filhos cresçam de maneira adequada.
Também precisamos aprender a ser amigos deles, não permitindo que se tornem estranhos a nós. Muitos pais preferem "comprar" os filhos à gastar tempo conversando com eles. Enchem os armários de brinquedos, porém não separam nem sequer um minuto para conversar com eles. Lembremo-nos de que a amizade se cultiva, não se herda. Aprendamos a ter intimidade com os nossos filhos, estando sempre dispostos a ajudá-los de que, quando tiverem problemas, eles nos procurem para conversar e, quando estiverem fracos, busquem nossa ajuda. Devemos criar um ambiente tal que eles venham a nós, seja em sucesso ou fracasso. Um amigo é alguém acessível tanto para estar junto como para conversar. Sejamos amigos de nossos filhos. Não devemos ficar no trono para julgá-los, mas precisamos ajudá-los em suas fraquezas. Sentemo-nos com eles e discutamos os problemas juntos, para que eles nos procurem assim como procuram seus amigos. Se conseguirmos ser amigos de nossos filhos, seremos bons pais.Precisamos cultivar a amizade com nossos filhos quando forem ainda pequenos. A intimidade que eles têm conosco depende da maneira como os tratamos nos primeiros vinte anos de vida. Se há alguma distância, com o passar do tempo ela tende a aumentar. Muitos filhos não têm nenhuma admiração pelos pais e amizade com eles. Quando têm problemas, vão aos pais como se fossem a um juiz. Isso não deve ocorrer numa família cristã. Quando nossos filhos tiverem problemas, devemos ser os primeiros a quem eles procurem para descarregar suas aflições. Famílias assim têm menos problemas e os problemas que têm podem ser resolvidos mais facilmente.

CAMPOS DE BATALHA

A qualidade no relacionamento entre pais e filhos degrada-se dia a dia. A grande maioria dos lares foi transformada em campos de batalha, onde pais e filhos se digladiam numa luta sem fim. Os filhos não aceitam o posicionamento dos pais e vice-versa. Qual a razão de tudo isso se ambos têm a mesma vida? Sim, essa vida é o problema!
A Bíblia nos mostra que há dois tipos de homem: o homem natural e o homem espiritual (1Co 2.14-15) e que o homem natural não entende as coisas do Espírito de Deus. O homem espiritual ao nascer ganha um tipo de vida, a humana, a vida natural, por isso, tornamo-nos um homem natural. Originalmente essa vida não tinha problemas até o dia em que a serpente enganou o homem (Gn 3). Desde esse tempo a vida humana, que é natural, passou a carregar dentro de si um elemento estranho, que a faz corrompida. A natureza pecaminosa da desobediência e da corrupção. Esse elemento estranho é a fonte de todos os problemas da humanidade, particularmente no relacionamento entre pais e filhos. Você percebeu? ao serem destituídos da glória e da presença de Deus, o caos soprou na primeira família? (Gn 4.8)
Quando o homem, que é composto de corpo, alma e espírito, recebe o Espírito de Deus em seu espírito, imediatamente é regenerado e ganha um outro tipo de vida: a vida de Deus, tornando-se assim um homem espiritual. Portanto, um homem espiritual não é alguém que não falha, mas alguém que recebeu um novo elemento, o elemento divino.
Quando as pessoas discutem [brigam], o que ocorrem na verdade é um jorrar de coisas negativas de seu interior, provenientes dessa vida natural corrompida. Quanto mais discutem, mais sujo fica o ambiente. Toda luta entre pais e filhos é originada nessa esfera da vida natural.
Ao crer em Jesus, uma pessoa recebe o elemento novo da vida divina em seu interior, ganhando a habilidade para viver numa outra esfera, sobrepujando a vida natural. Ao exercitar o espírito, por meio de invocar o nome do Senhor e de uma vida de obediência e piedade, "do seu interior fluirão rios de água viva" (Jo 7.38). Portanto, o homem espiritual não consegue discutir, visto que jorram de seu interior palavras de vida, palavras que edificam.
Se nós mesmos formos tais pessoas, levaremos nossos filhos à mesma condição e teremos em nosso lar um ambiente de paz e tranquilidade.
"Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna". (Jo 4:14)

RUMINANDO --- FAMÍLIA

  • Deus avisou a família de Ló: Gn 19.15-19.
  • Deus criou a família: Gn 2.18-25.
  • Deus deixou na Bíblia um lindo Salmo para a família: Sl 128.
  • Deus deixou uma grande mensagem sobre famílias de homens de Deus: Ez 14.14.
  • Deus inspirou Paulo a lembrar-se das famílias: Rm 16.
  • Deus preservou a família de Noé do Dilúvio: Gn 7.1,7.
  • Deus preservou a família de Raabe da destruição de Jericó: Js 6.23
  • Deus providenciou a salvação do carcereiro de Filipos e sua família: At 16.30-33.

FAMÍLIA, SOFRIMENTO DOS FILHOS POR CAUSA DOS PAIS

  • Referências Bíblicas: Êx 20.5; 34.7; Lv 26.39,40; Nm 14.33; Dt 5.9; 1Rs 14.9,10; Jr 32.18.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

O SERMÃO DO MONTE - Quem são os pobres de espírito?

Os pobres de espírito - os pobres por sua própria vontade - não são exatamente os humildes nem os que conhecem sua própria miséria  moral, mas aqueles que, ricos ou pobres, deixam-se guiar por um espírito de pobreza. Porque se há ricos desprendidos dos bens da terra, há também pobres que não suportam sua pobreza e vivem dentro dela com impaciência. A mansidão que Cristo exalta não deve ser confundida com quem vive de forma encolhida e acovardada; não é fraqueza, não é defeito, mas, sim, força.
A terra que Jesus promete por herança aos mansos representa o reino messiânico, já em sua fase terrestre, celestial e eterno.
Os que choram são, em geral, todos os que padecem, todos os aflitos, aqueles que sofrem com paciência e corajosamente as dores físicas e morais; e não era em vão, segundo várias passagens do Antigo Testamento, que os judeus davam ao Messias o nome de Consolador, ninguém melhor que Ele saberia enxugar as lágrimas.
A justiça da qual desfrutará aquele que tem fome e sede [de justiça], aquele que aspira a ser um dia plenamente saciado, não é outra coisa senão a santidade cristã (Sl 17.15).
Os misericordiosos são aqueles que se mostram sensíveis diante da miséria dos outros. Por uma consoladora aplicação da lei (Êx 21.23-25), Deus os tratará com paternal misericórdia, especialmente no dia do juízo.
O alcance da sexta bem-aventurança ficaria extremamente restringido caso fosse aplicada somente à castidade, à virgindade propriamente dita. A pureza do coração que se exige aqui é fugir do pecado, ou seja, é a inocência em todos os seus aspectos. Àqueles que praticarem essa pureza, lhes é prometido uma recompensa magnífica: não só a amizade de Deus, conforme anunciado na antiga lei (Pv 22.11), mas sim, de acordo com o próprio Deus, a felicidade suprema [de viver em sua presença], e isto para sempre (1Jo 3.2).
Ao fundo, o Mar da Galileia, o grande local
da atividade profissional dos discípulos.
Ao pronunciar a sétima bem-aventurança, Jesus não olhava somente para os que nós chamamos pacíficos, mas também para os pacificadores propriamente ditos conforme o sentido do texto grego. O reino dos céus é um reino de paz; seu fundador é o Príncipe da paz (Is 9.6); aquele que, pois, com palavras e ações, tornar-se promotor da paz estará dentro dos desígnios de Deus, e assim será chamado filho de Deus, a quem tanto agrada a santa união dos corações.
A oitava e última bem-aventurança é mais longa do que as demais. Prediz a atitude, comumente hostil, do mundo judaico e do pagão com respeito aos discípulos do Salvador, além de traçar os princípios que esses discípulos deverão seguir diante de seus perseguidores. Aos insultos, às calúnias, às perseguições e às violências de todo tipo, os cristãos terão de responder com o sofrimento paciente, generoso e corajoso até o heroísmo.
Contudo, não será honroso para eles serem tratados como seu Mestre? E não seria justo que imitassem a paciência e a coragem que Jesus demonstrou diante dos mais terríveis tormentos (Jo 15.18-21; Hb 12.2-5: 1Pe 2.21-25)? Além disso, a felicidade infinita que gozarão no céu será ampla e eterna compensação de todos os seus padecimentos. Que força, a das palavras: Exultai e alegrai-vos, nas quais o paradoxo lança toda sua plenitude!

SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO

Tais são as condições para que alguém seja um digno cidadão do reino dos céus. Quem as cumprir, qualquer que seja a raça e a época a que pertença, merecerá ser súdito do Messias, cujo reino não tem limites e cuja Igreja será universal.
A todos quantos desejarem realizar este ideal de perfeição cristã, e particularmente aos apóstolos e àqueles discípulos que com eles haviam de ser como oficiais superiores do reino messiânico, Jesus expõe, em uma linguagem figurada e muito expressiva, a santa e utilíssima influência que haverão de exercer em um mundo hostil ou indiferente:
Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mt 5:13-16)
Safed (Hebreu צְפַת Tzfat)
é uma cidade do distrito Norte,
na província da Galileia, em Israel.
Situada a uma altitude de 800 metros
acima do nível do mar,
Safed é a cidade mais alta da Galileia.
Sem dificuldades se entendem as metáforas do sal e da luz. O sal transmite aos alimentos um sabor ao mesmo tempo agradável e sadio; também é excelente anti-séptico. Os cristãos podem ser sal da terra, pois atuam eficazmente contra a corrupção do mundo. Mas devem guardar-se para não perderem esta qualidade tão preciosa! Quando o sal se torna insípido - na época, os casos eram frequentes na Palestina, onde se usava o tosco e impuro sal do mar Morto -, não vale senão para ser lançado fora. Naquela época, grande quantidade de sal era lançada literalmente nas ruas para ser pisada pelos pés das pessoas e dos animais.
Os cristãos são reconhecidos por sua vida santa e por sua conduta irrepreensível - e, quando se trata dos apóstolos, também por sua pregação. Eles têm de ser luz do mundo, brilhando sobre toda corrupção moral. Não devem buscar agradar aos homens mais do que a Deus. E não podem ocultar o brilho de suas virtudes, assim como a lâmpada posta sobre um castiçal não pode ocultar sua claridade, e muito menos podem tornar-se invisível uma cidade construída sobre o cume de uma montanha
Essa é uma alusão à linda cidade de Safede, Líbano, na qual provavelmente pensava Jesus quando pregou essas palavras.

domingo, 28 de julho de 2019

POR QUE A GENEALOGIA DE JESUS EM MATEUS DIFERE DA QUE ESTÁ EM LUCAS?

E o mesmo Jesus
começava a ser de quase trinta anos,
sendo (como se cuidava) filho de José,
e José de Heli, [...] Lc 3:23
Livro da geração de Jesus Cristo,
filho de Davi, filho de Abraão. [...]
Mt 1:1
GENEALOGIAS DE JESUS CRISTO EM MATEUS E LUCAS
Tanto Mateus como Lucas apresentam genealogias de Jesus (Mt 1.1-17; Lc 3.23-38). As genealogias diferem de Davi a José, o pai legal de Jesus. Mateus segue a linha do filho de Davi Salomão, enquanto Lucas, a linha de Natã, outro filho de Davi. Uma possível explicação é a que a genealogia de Mateus seja de José, enquanto a de Lucas, a de Maria.
As genealogias tinham bastante precisão no judaísmo. Elas eram importantes no Antigo Testamento e no judaísmo, pois os direitos de terras eram dados às famílias israelitas e em função de certos cargos de autoridade, como o de sacerdote e o de rei, quando os direitos eram passados como herança, de pai para filho. Às vezes, as genealogias eram dadas para ilustrar temas religiosos, descendência, laços políticos ou simplesmente uma cronologia. Essas listas eram geralmente representativas, e não uma lista completa de cada indivíduo.
O objetivo da genealogia de Mateus, ao contrário da de Lucas, é mostrar que a linhagem de Jesus vinha de Abraão, passando por Davi. A genealogia de Jesus confirma-o como um legítimo herdeiro do trono de Davi. Enquanto a genealogia do Messias em Mateus vem de Abraão, o pai da raça judaica, a apresentada em Lucas vem de Adão, o que condiz com a ênfase de Lucas de que Jesus é o Salvador de todo o mundo.
A genealogia de Cristo não provava que Ele é o Messias, mas fazia dele um possível candidato. Sua identidade como o Messias evidencia-se de outras formas (Mt 11.2-6). Deus havia providencialmente dirigido o curso da história para ter seu clímax em Jesus Cristo. Este é apresentado como o Messias esperado do Antigo Testamento, o Salvador de Seu povo, e o Rei descendente de Davi para assumir o trono. Ele é herdeiro de Abraão e cumpre as promessas de Deus a Abraão (Gn 12.1-3).

RUMINANDO LUCAS 3.23

Imagine o Salvador do mundo trabalhando em uma carpintaria de uma cidade pequena até completar 30 anos! Mas, Ele, pacientemente, confiou no tempo de Seu Pai para Sua vida e ministério.
A idade prescrita para os sacerdotes iniciarem o ministério era de 30 anos (Nm 4.3). José tinha esta idade quando começou a servir ao rei do Egito (Gn 41.46), e Davi, quando começou a reinar sobre Judá (2Sm 5.4). Então, os 30 anos de idade eram uma época ideal para iniciar uma tarefa importante na cultura judaica.
Hoje, menos ritos delineariam as estações da vida. Carreiras são atrasadas pela educação estendida. O casamento é, frequentemente, adiado por causa da educação, da carreira profissional ou de não se ter encontrado a pessoa certa.
Mais importante do que ter o tempo certo é confiar em Deus antes de cada passo. Isso não significa que as coisas acontecerão mais cedo. Jesus poderia ter sido preparado antes dos 30 anos? Provavelmente.
No entanto, ter um coração acostumado a confiar em Deus vai preparar você para qualquer desafio, agora e depois.
No tempo certo, Jesus começou o Seu ministério. E Ele nos ensinou: "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mt 6.34).

LEIA MAIS SOBRE A GENEALOGIA DE JESUS CRISTO, AQUI

quarta-feira, 24 de julho de 2019

QUAL SIGNIFICADO DA FESTA DOS TABERNÁCULOS?

A FESTA DOS TABERNÁCULOS
A festa dos Tabernáculos não era a principal celebração em Israel, mas era a mais popular. Instituída como lembrança da direção divina ao povo hebreu no deserto, a festividade era, ao mesmo tempo, um momento de ações de graças pela colheita obtida e de súplicas por chuvas e prosperidade em um novo ano agrícola.
O pedido por chuvas cessava no período da Páscoa e voltava a ser feito durante a Festa dos Tabernáculos, no mês de setembro. Por esse tempo, em toda parte, mesmo nas ribanceiras da Judeia, o trigo já estava colhido, e os ceifeiros, servindo-se de jumentos e camelos,levavam-no até o pátio, para que esses animais passassem por cima dos grãos, debulhando-os. Depois desse processo, os grãos eram peneirados ao vento e ajuntados em montes. Em profundo e solene silêncio, os montes de cereais eram medidos e levados para os celeiros, onde eram conservados em vasos de barro.
As videiras eram podadas, exceto aquelas colocadas expressamente à sombra, cujos frutos cairiam de maduros. O suco das uvas trituradas com os pés escorria ao Sol, como sangue fresco, pelos regos próprios que seguiam em direção aos potes. Ao mesmo tempo, as diversas espécies de figos amadureciam; os amarelados e cinzentos, os brancos por dentro e os azulados por fora, e os vermelhos por dentro. Por semanas a fio, a família inteira, ou boa parte dela, não saía das vinhas cercadas de figueiras. Os frutos das oliveiras ainda estavam verdes, mas já haviam alcançado o tamanho máximo e começavam a encher-se do precioso óleo.
As plantas do verão, que se protegem contra os raios ardentes do Sol, com manto capilar ou com escudo de folhas brilhantes, rígidas e espinhosas - algumas espécies de hortelã e cardos com espinhos - já estavam inteiramente mortas. O solo, onde quer que os pés do homem ou as patas dos animais o calcavam, transformava-se num pó tão fino como trigo moído.
A poeira era tão leve que facilmente se levantava em nuvens e se concentrava nos ares, por cima dos caminhos. Agarrava-se à pele e a ressecava, penetrando na roupa e entrando por todas as casas.
Os leitos dos riachos que, no começo do ano e ainda no princípio do verão, serviam boa quantidade de água, estavam agora inteiramente secos entre os galhos sem folhas e espinheiros.
Nas cisternas, tocava-se o fundo quando se queria pegar um pouco de água. Os baldes saíam cheios de todo tipo de ciscos. Entretanto, as pessoas ficavam felizes, porque ainda podiam obter alguma água, por pouco que fosse, colocando-a em grandes vasilhas, a fim de refrescá-la e torná-la mais ou menos potável.
O deserto parecia ter devorado a terra. Somente os marcos limítrofes e os montes de pedregulhos mostravam onde havia algum terreno de plantio. Debaixo de um céu clareado por luz cintilante, a região estendia-se em vários matizes brancos e amarelados, como em paisagens que nunca enverdecem nem podem enverdecer.
Logo, porém, começavam as chuvas de outono; então, a terra começava a reviver: de todas as grutas, surgiam novos rebentos, e a terra então se transformava dia após dia. O fenômeno é idêntico ao que se nota em lugares frios, depois do rigor do inverno.
O sentimento de cada judeu equivalia à sensação geral de todo o povo durante os oito dias da Festa dos Tabernáculos. Aparecia diante do Senhor para lhe agradecer, cheio de alegria, os dons e os frutos do ano que se passara e também para suplicar-lhe que no próximo ano refrigerasse a terra, quase deserta com a falta das chuvas do céu, e a ressuscitasse pelas torrentes de água das nuvens.

LEIA SOBRE AS GRANDES FESTAS RELIGIOSAS:
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quinta-feira, 30 de maio de 2019

O QUE É ILUMINAÇÃO?

O que é iluminação e como ela difere da revelação e da inspiração?

  • REVELAÇÃO foi o processo divino pelo qual Deus revelou aos autores bíblicos os fatos e verdades necessários que não seriam capazes de descobrir de outra forma.
  • INSPIRAÇÃO foi o processo divino pelo qual Deus garantiu que suas revelações orais fossem escritas corretamente pelos autores bíblicos.
  • ILUMINAÇÃO é o processo divino pelo qual Deus constantemente lança sua luz divina e entendimento sobre todos aqueles que lerem sua revelação inspirada. 
Entretanto, os verbos mudam de foi (referindo-se aos atos de revelação e inspiração) para é (referindo-se à iluminação). A implicação obviamente é que as duas primeiras foram históricas e estão concluídas e a terceira é atual e contínua.

Por que a iluminação é necessária?

Por que homens e mulheres não podem simplesmente ler a Bíblia e responder aos seus ensinamentos sem o ministério de iluminação do Espírito Santo? O problema tem a ver com o coração, não com o cérebro. É uma questão espiritual, não intelectual. Na verdade, como resultado do pecado, seres humanos foram amaldiçoados com uma cegueira quádrupla! Por que, então, há a necessidade de iluminação?

A CEGUEIRA DOS INCRÉDULOS

1. A cegueira natural.
O fato dessa cegueira (Rm 3.10-12; 1Co 2.14; Ef 2.3).
A razão dessa cegueira (Sl 51.5; Jo 3.6; Rm 5.12).
Alguns exemplos dessa cegueira:

  1. Os meios-irmãos de Jesus (Sl 69.8; Jo 7.5).
  2. Os epicurianos e estoicos no Areópago (At 17.32).
  3. Festo, o governador romano (At 26.24).
  4. Líderes políticos, religiosos e acadêmicos do mundo (1Co 2.8).
2. A cegueira de Satanás (Mt 13.3,4,18,19; 2Co 4.4).
3. Cegueira judicial.
  • Em judeus ímpios (Ez 12.2; Mt 13.10,13-15; 23.37-39; Jo 9.39; Rm 11.25; 2Co 3.14,15).
  • Em gentios ímpios (2Ts 2.8-12).
A CEGUEIRA DOS INCRÉDULOS (1Co 3.1-3; Hb 5.11-14; 2Pe 1.5-9; 1Jo 2.11; Ap 3.14-17).

Quais são os resultados e as implicações da iluminação?

A. Resultados.

  • Os não salvos são salvos (Sl 119.130; At 2.22,23,36,37).
  • Os salvos são fortalecidos (Sl 19.8; 119.105; Pv 6.23; 1Co 2.10; 2Co 4.6; 1Pe 2.2; 2Pe 1.19).
B. Implicações.

  • O Espírito Santo busca certa quantidade de sinceridade antes de iluminar qualquer coração humano. Imediatamente, atentamos ao fato de que sinceridade não é suficiente para salvar, o que é verdade. Entretanto, da mesma forma, é impossível Deus salvar alguém insincero. Isso é abordado em diversas passagens (Jo 4.24; Hb11.6). Pergunta: Por que muitos cientistas ainda acreditam em evolução ateísta apesar das crescentes evidências contrárias? Simão Pedro responde a essa pergunta (2Pe 3.3-6). Em outras palavras, em sua insinceridade, o evolucionista simplesmente fechou a mente para os ensinamentos bíblicos da criação especial.
  • Nenhum cristão deve considerar a iluminação como algo automático. Isso é o mesmo que dizer que Deus nunca prometeu revelar verdades bíblicas preciosas e profundas para qualquer cristão que não buscar as Escrituras para si mesmo (Mt 4.4; At 17.11; 2Tm 2.15; 1Pe 2.2). O Espírito Santo costuma buscar o auxílio do cristão para executar Sua tarefa de iluminar o coração do próximo (Pv 27.17). a) Conforme o ministério do profeta Esdras (Ne 8.1,5,6,7). b) Conforme o ministério de Filipe (At 8.26-35). c) Conforme o ministério de Paulo (At 17.2,3). d) Conforme o ministério de Áquila e Priscila (At 18.24-26). e) Conforme o ministério de Apolo (At 18.27,28).

PARA RUMINARMOS...

COMO CHEGAR A SER, LUZ DO MUNDO?
  • Pela Palavra: Sl 119.105; 2Pe 1.19.
  • Pela Presença de Deus: Sl 27.1.
  • Pela proclamação da Palavra: At 26.23.
  • Pela santidade pessoal: 1Pe 1.16.
  • Pelo Espírito que em nós habita: Gl 3.5.
  • Pelo testemunho: Fp 2.15.
  • LUZ PARA O ENTENDIMENTO: Referências bíblicas: 2Co 4.4.

sábado, 13 de abril de 2019

O QUE SIGNIFICA SER UM SEGUIDOR DE JESUS?

As minhas ovelhas ouvem a minha 
voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;
João 10:27
Um dos objetivos centrais do Evangelho de Marcos é ajudar seus leitores a compreender e a aceitar a chamada para tomar sua cruz e seguir Jesus. Esse apelo é dirigido não somente àqueles que seriam apóstolos de Cristo, mas a todos que desejavam segui-Lo (Mc 8.34). Para alguns, o chamado ao discipulado é muito difícil, mas Deus fornece Sua graça (Mc 10.24-27). Outros acham que é fácil responder ao chamado de Jesus (Mc 2.14,15).
Para todos, seguir Jesus exige um compromisso total para deixar o egoísmo (Mc 8.34,35). Tomar a cruz é uma metáfora para dedicar a própria vida a segui-Lo, enfrentar desafios e rejeições, dificuldades e desprezo sem perder o foco de agradá-Lo e, até mesmo, morrer por Ele, como ilustrado pela crucificação de Cristo. Por exemplo, Pedro, André, Tiago e João deixaram seu lar e sua fonte de renda para seguir Jesus. Para o homem rico, largar seus caminhos egoístas exigia vender tudo o que tinha e dar o dinheiro aos pobres. Seguir o Mestre significa também se  identificar com Ele sem se envergonhar e ser fiel a Ele e a Seus ensinamentos (Mc 8.38). Isso requer a eliminação de qualquer coisa que possa interferir em sua caminhada com Jesus, independentemente do quão doloroso isso possa ser (Mc 9.43-48). Essa atitude exige confiar a vida inteira a Jesus (Mc 5.34) e arrepender-se dos pecados (Mc 6.12). Louvado seja Deus por Cristo Jesus!! Isso ainda requer uma lealdade a Jesus maior que a que temos para com os nossos próprios pais (Mt 10.37). Jesus explicitamente ordenou a Seus discípulos que anunciassem Sua mensagem (Mt 28.18-20). Cristo e Seus apóstolos, por meio de Seu ensino e exemplo, convidam os seguidores de Jesus a anunciar a boa-nova onde quer que estejam (ver Mc 4.20; Rm 10.14,15; Cl 1.23).
Juntamente com as exigências de Jesus para o discipulado, estão as recompensas por segui-Lo. Aqueles que seguem Cristo recebem a promessa de poder entrar no Reino de Deus, bem como o perdão por seus pecados; e eles tornam-se membros da família de Deus. Além disso, são salvos do juízo e obtêm a vida eterna! Seguir JESUS não deixa de ter dificuldades, mas inclui uma grande bênção! Aleleuia! Não somente segui-Lo, mas, comprometer-se de corpo, alma e espírito à causa de DEUS! Amém! Ora vem SENHOR JESUS!

RUMINANDO MARCOS 3.20,21

Por causa da pressão da multidão, Jesus não tinha tempo nem para comer. Devido a isso, Seus amigos e familiares vieram tomar conta dele (Mc 3.31,32), pensando que tivesse se tornado um fanático religioso que havia "passado dos limites". Estavam preocupados com Ele, mas não entenderam o sentido do Seu ministério. Mesmo os mais próximos do Mestre demoraram a entender quem Ele era e o que veio fazer.
Talvez, sua família não entenda a sua fé; ou então, esteja tentando aconselhá-lo. Pode ser ainda que se sinta realmente preocupada com as escolhas que você fez. Suas preocupações podem fornecer-lhe uma boa oportunidade de explicar a sua fé aos seus. Mas, em vez de tentar convencê-los de qualquer coisa, diga-lhes o que o convenceu e por que. Faça perguntas também, e ouça as suas preocupações. Deixe o conflito tornar-se uma conversa.
"Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."
Filipenses 3:14


Amém!
Até a próxima!

sábado, 26 de janeiro de 2019

QUAL É O PROPÓSITO DO TABERNÁCULO?



Desde o início da criação, o plano de Deus era compartilhar Sua vida com a humanidade e permitir que as pessoas gozassem da alegria da comunhão com Ele. No entanto, a entrada do pecado no mundo criou um sério obstáculo para o cumprimento desse  objetivo; se pessoas pecaminosas chegassem à Presença de Deus, Sua Santidade as destruiria. O tabernáculo servia como um meio temporário de os israelitas poderem desfrutar da Presença Divina sem serem destruídos por Ela (Êx 25.8).
O tabernáculo mostra-nos, de forma tangível, o que é necessário para entrar na Presença de Deus.
  • O Altar diz-nos que o pecado deve ser removido por meio de uma morte sacrificial.
  • O Lavatório informa que a comunhão com Deus exige remoção de impurezas - qualquer coisa que entre em conflito com perfeição ética do Altíssimo.
  • No Lugar Santo, o candelabro e a mesa mostram que devemos andar na luz de Deus e confiar nEle com relação à provisão de nossas necessidades.
  • O Altar do Incenso representa a oração, e o incenso em constante combustão lembra-nos de que aqueles que são perdoados e lavados - que estão andando em Sua luz e confiando constantemente nEle - têm acesso ilimitado ao Senhor.
  • A Cortina entre o Lugar Santo e o Santo dos Santos recorda-nos de que o Todo-Poderoso, o Deus Santo que nos convida à comunhão, não pode ser abordado casualmente. Atrás da cortina, não há ídolo, mas a Arca da Aliança gloriosa, sobre a qual a glória de Deus aparecia, simbolizando Sua entronização como Rei de Israel.
  • A centralidade da Arca reflete o propósito principal do Altíssimo para com Seu povo, um pacto com o Deus Vivo.
Nossa Nova Aliança com Deus se faz possível por meio do sacrifício perfeito de Yeshua (O Cristo de Deus, como Cordeiro) e Seu ministério como Sumo Sacerdote diante de Deus (Hb 9--10). Ele cumpriu todas as exigências que são ilustradas pelo Antigo Tabernáculo. Aleluia!
  • JESUS, o Cordeiro de Deus : Jo 1.29
  • O animal preferido para ser morto na Páscoa, um cordeiro: Êx 12.21.
  • O cordeiro deveria ser novo: Êx 12.5. (Lc 3.23)
  • O cordeiro era sacrificado no final da tarde: Êx 12.6. (Jó 21.32; Mt 27.46,66
  • O cordeiro não podia ter mancha: Êx 12.5. (Jo 1.29)
  • O sangue do cordeiro deveria ser aspergido na porta: Êx 12.22.
  • Não se podia quebrar os ossos do cordeiro: Êx 12.46. (Jo 19.33)
Até a próxima!
Fica na paz!

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