domingo, 23 de abril de 2017

POR QUÊ O JUSTO SOFRE?

Por quê o Justo sofre? 

Base Bíblica: 2Tm 3.12; Jo 16.33

Porque aqui não é o paraíso.
Porque Jesus disse: No mundo tereis aflições (Jo 16.33).
Porque assim nos aproximamos mais de Cristo.
Porque assim avaliamos o espírito de luta.
Porque assim compreendemos melhor os sofrimentos de Cristo.
Porque assim aumentamos a nossa aspiração pelo céu.

Porque pelo sofrimento somos lapidados.


O Senhor é Observador.
Precisamos entender que tudo o que acontece em nossa volta, não está escondido aos Olhos de nosso Deus. Apesar de nos sentimos sozinhas nos muitos momentos em que passamos por sofrimentos e aflições, o Senhor não nos perdeu de vista. Ele registra cada lágrima derramada, (Sl 56.8) cada passo trêmulo que damos em direção a Ele. Porque são nesses momentos que devemos procurá-Lo na esperança de que Ele nos receberá em Sua presença e nos ouvirá, na esperança de que Ele não contenderá conosco, por, nosso coração está limpo e nossa consciência pura, por não estarmos vivendo na prática do pecado. Essa é a paz que rege nossa alegria em meio aos sofrimentos, a paz que nos traz a esperança de que tudo irá passar pela garantia que Cristo nos deu de vencermos como Ele venceu (Jo 16.33). Mesmo naquelas horas em que pensamos que Ele se ausentou e que não se importa mais com nossa situação, o Senhor está com o Seu zeloso cuidado voltado para nós e a todo tempo Ele se interessa por nossa causa (Jó 23.4). É difícil entender o porquê o Senhor permite tantas aflições em nossa vida. Mas não precisamos entender o porquê das coisas. Precisamos nos esforçar pra não esquecer de que o Senhor JESUS é Bom, Amoroso. Ele sabe que as dificuldades e aflições que passamos, nos dará o benefício de valorizar a obra dEle em nossa vida (Jó 23.10). De sabermos que só nEle há a solução que tanto buscamos. Precisamos desejar apresentar-se perante Deus nos momentos de aflição (Jó 23.4)e não ficarmos procurando desculpas para o desânimo e achar que, por sermos humanos, é normal perder a esperança. Não é normal um cristão fiel perder a esperança. Que o Espírito Santo nos ajude a chegar-nos a Deus com nosso coração cheio de desejo de se entregar a Ele. E confiarmos que no final de tudo, sairemos fortalecidos, lapidados, cheios de experiências para passarmos a todos que precisarem de um apoio espiritual, moral, físico, a força necessária e o incentivo de confiar, que o Senhor, no tempo oportuno, dará graça e socorro a elas, assim como Ele foi conosco. Em tudo, nos tornaremos um exemplo de fé e perseverança e se na nossa caminhada encontrarmos alguém em aflição, teremos a convicção em dizer: Tenha fé, não desanime nem perca o foco, eu sei o que você está sentido. Passei por isso também. Mas venci. Algumas cicatrizes ficaram, mas nenhum pedaço de mim está faltando. Estou inteira. Jesus me ensinou a enfrentar as aflições e eu venci. Você também vai vencer. Não desista! Essa é a força que nos faz vencer: JESUS CRISTO. O SERVO SOFREDOR QUE VENCEU O MUNDO! AMÉM! Que a graça e a paz do Senhor Jesus invada nossos corações todos os dias de nossa vida. Até que Ele venha!

Aflições, por que as experimentamos?
Águia


Por sermos discípulos de Jesus, que foi o Servo sofredor: Mt 10.24.
Por sermos servos de Jesus, e Ele ter predito nossas aflições: Jo 16.33.
Por sermos soldados de Jesus e estarmos em permanente batalha: 2Tm 2.3,4.



Até a próxima!
Fica na paz!
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A ave de maior longevidade, podendo chegar aos 70 anos. Sua visão é de 300 graus, quase o dobro da do ser humano. Dotada de uma membrana nictante nos olhos, é o único ser que pode olhar direto para o Sol. Na forte tempestade, essa ave não se esconde, mas voa acima dela. É fiel a um único companheiro. É guerreira, corajosa e imponente quando voa e precisa quando ataca. Aos 40 anos , suas unhas ficam compridas e flexíveis, impedindo-a de segurar suas presas. Seu bico se encurva, impedindo-a de bicar mais com força. Suas asas pesadas e envelhecidas dificultando o seu vôo. Então, ela voa para o ninho, no alto da montanha, onde se inicia o doloroso processo de renovação. A águia bate o bico velho contra a pedra até arrancá-lo, e espera nascer um novo. Com ele, novamente suportando a dor, arranca as velhas unhas. Depois, espera nascer outras garras, com as quais tira as penas envelhecidas. Após 5 meses, com novas asas, lançar-se-á a novos vôos e viverá mais 30 anos.
O crente é comparado à águia e aos filhotes dela: Dt 32.10-12; Sl 103.5; Is 40.29-31.